Além de Kirsten Dunst, há ainda…

… uma banda sonora que é daqui! (não se vê o que faço mas agarro a ponta da minha orelha com os dedos indicador e polegar enquanto a mostro com cara de parvo) Do que falo? Do filme “Marie Antoinnette” de Sofia Coppola.
(vá que isto foi só um pretexto para colocar a imagem de Kirsten Dunst semi-nua)
Uma das melhores cenas…
…d’ “Le Fabuleaux destin d’Amélie Poulain”. Comovente:
Ainda me sinto sozinho…
Mesmo tendo a certeza que há, agora, quem me leia e quem me escreva, é estranho como ainda me sinto na mesma e como, havendo onde me ocupar, sinta ainda esta necessidade de procurar outras coisas mais.
Não há descanso para esta sensação de solidão…a não ser quando me apego por alguns instantes a marcos na minha vida. E ela é um. De certeza, porque me faz sentir bem.
E porque onde quer que escreva, terei sempre que explanar a minha devoção a esta que é a musas das musas: a doce, meiga, sensível, compreensiva, frágil e expressiva Amélie Poulain:
Adoro, adoro, adoro… Aquele sorriso é puro demais! E não consigo deixar de sorrir também, com largos sorrisos de orelha a orelha arrancados pelo o encanto e a satisfação depois de ver a Audrey Tautou fazer caretas e soltar aqueles risos tímidos e espontaneamente únicos!
E depois entristecer-me por ver a Amélie também triste.
Porque é que não és assim? Porque é que ninguém é assim?