Descobrindo: JAZZ

Nunca tive oportunidade de conhecer Jazz a fundo. Mas já ouvi algumas histórias sobre ele – não muitas, infelizmente, porque o que ouvi chegou-me há relativamente pouco tempo, e só agora me decidi a partir à sua descoberta, numa busca por todas as suas histórias. Leia o resto deste artigo »
Descobrindo: YANN TIERSEN
Há uma banda sonora que não me canso de ouvir, por todas as razões que justificam tal hábito em ouvir uma música que serviu de fundo ao decorrer de uma história contada em filme: pelas recordações, imagens que se despertam quando a melodia a elas associada começa a invadir o espaço que ocupamos e que parece pouco, para as inúmeras emoções que se soltam, que nos preenchem e nos fazem sorrir quando estamos sozinhos, a apreciar aquele momento só nosso. Por vezes, até se soltam lágrimas que nada poderão ter a ver com a tocante música que ouvimos. Apenas estados reprimidos que também se libertam nesse momento, acontecimento para alguns raros, íntimo e até idiota, como sempre o é quando se afrouxa o aperto no orgulho, na segurança e nas cordas que prendem a capa que nos protege e oculta. Todos teremos uma banda sonora, um albúm, um conjunto de músicas que surte esse efeito, que mexe connosco, que nos move e comove. A minha banda sonora é sem dúvida a do filme “Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain”, criada pelo genial Yann Tiersen. Leia o resto deste artigo »
Michael Nyman
“The Heart Asks The Pleasure First”
E não digais que não vos educo…
Jake Shimabukuru
Caraças, este senhor domina. Agradeço desde já ao Vexille (e novamente) por me ter dado a conhecer este virtuoso:
Além de Kirsten Dunst, há ainda…

… uma banda sonora que é daqui! (não se vê o que faço mas agarro a ponta da minha orelha com os dedos indicador e polegar enquanto a mostro com cara de parvo) Do que falo? Do filme “Marie Antoinnette” de Sofia Coppola.
(vá que isto foi só um pretexto para colocar a imagem de Kirsten Dunst semi-nua)
Don’t Throw Sacha Down the Well!
Muito antes de ver o filme, já tinha ouvido este bem ritmado trecho musical que coloca qualquer rezingão a cantar o bonito refrão, em tempos em que o programa do Ali G passava na Sic Radical. Voltei a ouvir depois de ter sacado a banda sonora do filme do Borat. Regozijai-vos:
Tributo aos Anos 60
Aproveito um momento de pausa do meu insípido dia dedicando-o, usando o meu engenho e arte, a um dos mais conceituados grupos musicais, The Beatles. The Beatles foi uma banda de rock formada em Liverpool no final da década de 1950. Formada por John Lennon (guitarra e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal). Leia o resto deste artigo »
Falando em Philip Glass…
…e usufruindo também do bem da globalização e da subsequente partilha da arte, aqui fica MadRush, por Branka Parlic, na sua interpretação de Glass:
Embora a senhora toque divina e elegantemente, e todo o cenário por detrás seja um apelo colorido para ficar, prefiro deitar-me e no escuro absorver a melancolia do ambiente que se cria no meu quarto.
Sei que não é o teu género, Soul, mas ouve até ao fim, para que sintas os diferentes ritmos desta melodia…
…e se incluíssemos esta música no nosso vídeo? Verdade que a suposta parte humorística deixava de existir… ou será que não?