Ai, os homens! E raisparta os blogs…
Um homem não precisa de muito para se desviar da sua conduta mais digna ou do seu dever. Só precisa que lhe excitem o… interesse, que depois mais nada importa. Acontece comigo e contigo também, potencial assíduo leitor deste espaço, não digas que não. Basta que sintas uma oportunidade única de satisfazeres uma dessas fantasias que te contaminam a mente, que entusiasmam o teu mais-que-tudo e já não queres saber de mais nada. Toma este exemplo de um senhor de nome James Randy Moss, elemento da patrulha de Tennessee, que ao fazer parar uma tal de Justis, descobre que esta estava na posse ilegal de uns comprimidos para as dores, ficando também a saber, depois do choro e do pedinchar, que a pobre era uma actriz porno em viagem, de nome artístico Barbie Cummings (nome bem escolhido e apropriado para a “profissão”, diga-se…; incrível a originalidade das pessoas ligadas a este meio, que não há muito tempo descobri que há outro “In Diana Jones”).
Mas agora conhecendo este pormenores do James & Barbie, diz-me o que é que tu farias numa situação destas? Qualquer coisa como dizer à Cummings: “Oh, não chore mais, menina, que isto vai-se resolver pelo melhor. É que em situações destas, em que eu tenho pena e até compreendo as pessoas, costumo ser bom rapaz. Ontem, parei um merceeiro e ele enheu-me o frigorífico. Anteontem, um dentista, que me arranjou os dentes. Há dois dias, um informático que me arranjou o p. Vai ver que se arranja solução para si, também…” Pois, foi o que o tal James fez, mas não sem antes consultar o site desta profissional do fazer-o-amor no portátil, juntamente com ela no veículo da patrulha, para depois pegar na câmara da polícia e ir para um lugar mais recôndito para a Cummings lhe prestar os serviços próprios da sua ocupação. O pior foi que a história depois foi partilhada na web pela própria, no seu blog, com fotos do momento de troca de favores, tiradas e enviadas pelo shôr guarda Moss. Agora, vão ambos a tribunal e a actriz não se livrou da multa, que vai ter que a paga na mesma.
Digamos que, da parte dele, foi de rapaz arregougado… Dela, pronto, não há porquê usar a ironia para a ofender, até porque loira e com aquele tipo de trabalho não se esperaria outra coisa… Ele há coisas parvas!