Afinal…

Janeiro 25, 2007 at 10:32 pm (Angiesoul, Música, Vídeos)

Ela canta…

 

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Michael Nyman

Janeiro 22, 2007 at 5:20 pm (Angiesoul, Lazer, Música, Vídeos)

“The Heart Asks The Pleasure First”

E não digais que não vos educo…

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Ryuichi Sakamoto

Janeiro 22, 2007 at 5:13 pm (Angiesoul, Vídeos)

Apenas para quem sabe ouvir…

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Lorpices De Uma Gueixa

Janeiro 22, 2007 at 4:39 pm (Lazer, Lorpices, Vídeos)

Grande filme sim sr… 

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Foram estragar tudo!

Janeiro 22, 2007 at 4:14 pm (Lorpices, Solignator)

Então não era de nos pouparem os olhos das imperfeições dos “actores”? Que mania de adoptar tudo o que é nova tecnologia. Mas quem quer ver filmes classificados para maiores de trinta anos, rotulados como “de má fama”, em HD (High Definition)? Ninguém! Então não sabem que com os close-ups em alta definição, um homem fica a ver mais do que quer? Rugas, celulite e o camandro! Estragaram tudo e só vão inflaccionar o preço dos novos dvds daquela prateleira refundida da secção de Entretenimento para Adultos, agora que para ocultar o que as “actrizes” têm de mau, os produtores dos filmes (que imagino que na maior parte das vezes também participem neles mesmo com a câmera desligada e que sejam eles a fazer o casting – já lhe ouvi chamar de outra coisa) têm de inventar novas técnicas de filmagem, procurar novos ângulos ou pagar cirurgias plásticas às meninas que têm que ser boas e não desmazeladas!

- cometário ao artigo “In Raw World of Sex Movies, High Definition Could Be a View Too Real “, in The New York Times

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Lugares-Comum

Janeiro 22, 2007 at 3:07 pm (Desafogos, Lorpices, Solignator)

Acordei e mais um dia como qualquer outro.
Aquela rotina que não me preenche mas que também não me cansa porque acordo inconsciente deste rotineiro acordar. E o resto do dia não será muito diferente: fazer por fazer, dizer por dizer mas pensar… nem um pouco… que cansa. Disto eu sei, embora não me debruce muito sobre as implicações. É a condenação à banalidade. E, de vez em vez, acredito que a libertação está em repetir irremessivelmente o que outros souberam dizer, mas que eu não consigo compreender nem me soube lembrar. Mas acho que concordo e faz parecer que sei das coisas.
Memorizo para depois surpreender quem me conhece com maravilhosas verdades da vida de outro alguém que não conheço. Nem de quem ouvi as pérolas de sabedoria poderá vir a declaração de tal conhecimento. Quem as disse já deixou de as dizer há muito. E mesmo que as frases feitas por esse outro, menos banal que eu, não tenham lá grande valor, sempre dá para eu poder quebrar o silêncio e ficar com as últimas palavras nesta conversa a um só ou noutra a dois.
Pela hora de voltar a adormecer, sempre a mesma, só desejo que o sonho desta noite seja encontrar-me com alguém que saiba dizer mais do que a gente vulgar que decalca a originalidade dos que ainda não conheci.
Estranho é que o sonho seja tão real e que dê por mim a irritá-lo com a minha grosseira inteligência. Alguém que não sendo verdadeiramente especial, encontra sempre outras palavras para dizer as mesmas verdades… 

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O Domínio Da Bolacha Maria

Janeiro 22, 2007 at 12:28 am (Angiesoul, Lazer, Lorpices)

Meu caro Puppet…

Tantos tormentos nessa tua cabecinha sem franja… imagino as noites passadas em claro a pensar em B.C.
“Quem será? O que faz aqui? Porquê a Soul?”
Lembro com saudade os lanches de 1982… na casa da bela Serra da Estrela. A adornar a mesa uma toalha meio carcumida pelas traças, aquele cheirinho a naftalina… e os copos de leite pousados nela. Sim, o nosso lanche não passava disto e foi numa dessa tardes que desvendei ao Solignator um dos meus segredos mais bem guardados… o porquê das bolachas Maria ( e não, não falo das Marias Gordas e sim das tradicionais, nem muito gordas nem mto magras) acompanharem o copo de leite.
“Pois bem…”- disse eu- “Vais ter que tirar 3 bolachas do pacote e juntá-las, uma a uma, como se fossem três moedas de 2 euros (repare-se que, em 1982 ,a moeda única ja tinha sido implementada…). O leite não pode estar nem muito quente nem muito frio. Nem muito quente porque se molhares as bolachas, as três vezes certas no leite,  desfazem-se e causam o horror dos horrores, papa de bolacha. Nem muito frio porque depois tens que molhar umas 5 vezes e aí cansas os dedos, as mãos, os braços, enfim…”
Ele muito atento, nem piscava os olhos.
Continuei com a dita explicação.
“Agora, com três dedos, agarras nas bolachas e molhas no leite três vezes. Levas à boca e… mastigas (pouco, verdade mas mastigas).
Terás que repetir isto três tardes seguidas, porque imagino que ja não te recordes destas aventuras…
É o desafio que te proponho.

P.S.- A caneca de leite no microwaves em 40/45 segundos, se o pacote tiver sido aberto na hora. 50/55 segundos se estiver no frigorífico. Ah e não se pense que uma Maria Gorda equivale a três das tradicionais… isso é um mito para o insípido preguiçoso. Aliás… o sabor não é igual.

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E A Caridade Continua…

Janeiro 22, 2007 at 12:00 am (Angiesoul, Lorpices, Solignator)

 Caro Solignator,

Venho por este meio demonstrar o meu desagrado face à sua recente obra de caridade… Já não bastava um ser motivado por frustrações, agonias e uma certa revolta agora você decidiu acrescentar mais um ser à Elite (não, seres do outro mundo, não vos julgueis parte desta. Para que fique claro Elite->Solignator, AngieSoul e Vexille). Não tenho nada contra vós, não tomeis isto como uma questão pessoal porque não é… mas temos que manter o bom funcionamento e em todas as culturas ( principalmente no reino animal) a hierarquia é fundamental, como bem sabeis.   

Mas esta “carta” tem um outro propósito… Que fique desde já claro que, para se dirigirem ao Sr. Solignator,  todos os posts terão que passar por um processo de triagem. Não, não é censura… trata-se de respeitar a hierarquia e os bons costumes do Insípidos. 

É tudo, por agora.

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Homem assim não se ama

Janeiro 21, 2007 at 8:47 pm (Marialbertina)

O Alberto fazia-me lembrar uma música que já não me lembro do nome, mas a batida era igual à batida cardíaca dele. A primeira vez que me deixou pôr a cabeça no peito dele dei por mim com medo que o coração parasse, nunca pararia. Os homens não sabem dançar, ele agarrava sempre na menina mais bonita do espaço, fosse qual fosse, em que nos encontrávamos e acompanhava-a com os braços pousados nela enquanto dançava e dizia-lhe sempre: os homens não sabem dançar. O Alberto não ouvia música porque não, perguntava-me qual é a música da minha vida e eu lembrava-me sempre das marchas fúnebres. Ele não sabia dizer piadas, mas ria-se imenso. Não era alérgico a iogurtes, tinha era vergonha de dizer que não gostava do sabor a leite. Era do signo caranguejo e gostava de Escorpião. O Alberto, às vezes, pegava em mim e dizia frases de livros daqueles muito pesados e depois perguntava porque é que no meu diário eu nunca escrevo palavras caras. Eu dou erros ortográficos, ele nunca se acreditou. O problema era [ele] cheirar a açucar, se não cheirasse a açucar muito boa gente não viraria diabética, mas o Alberto não se importava. Foi ele que me ensinou a andar de patins e passava-me a bola nos jogos de futebol misto. Depois via qualquer pessoa com uma tamanha grandeza que me forçava a discutir com ele. És uma rapariga de ódios. Decidi que nunca mais o queria ver, mas vi. Era eu a dizer que ele amava toda a gente e ele a gritar do outro lado do passeio: sabes lá tu o que é amor. Ele chamava-me ‘rapariga’ quando estava chateado. E disse a toda a gente que eu nunca deixava ninguém entrar em mim, disse que os meus segredos não eram partilháveis e que havia algures em mim uma necessidade de desprezar os outros. E hoje, estava a ouvir uma música no mp3 de alguém e ouvi-lhe o coração.
Meu amor, é lixado quando se nos entra a dentro alguém que nunca nos deixará entrar por ela a dentro também. Já dizia o Miguel ‘ O amor fodido, mas gostei de fodê-lo contigo ‘, homem assim não se ama, come-se e deita-se fora.
Ou não era isso que fazias com elas ?

*não espero que alguém compreenda a sátira*

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Jake Shimabukuru

Janeiro 21, 2007 at 8:21 pm (Lazer, Música, Solignator, Vídeos)

Caraças, este senhor domina. Agradeço desde já ao Vexille (e novamente) por me ter dado a conhecer este virtuoso:

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